
Você pode abrir a sua Bíblia em Gênesis, capítulo 1. Nós finalmente chegamos na sessão das origens em Gênesis 1 e um pouco no capítulo 2, que será a ênfase do nosso estudo nas próximas semanas. A Bíblia começa com uma monumental afirmação, “No princípio, Deus criou os céus e a terra”. Com essa afirmação, a Palavra de Deus, as Sagradas Escrituras, afirmam a existência do universo e tudo o que nele há como um produto do ato criativo de Deus. Essa é uma afirmação muito importante.
Esse versículo, eu repetirei, afirma a existência do universo e de tudo o que nele há como um produto do ato criativo de Deus. Nos é revelado aqui nesse versículo que a evolução a teoria dominante da ciência, não é verdadeira. O que existe, não existe porque evoluiu, mas porque Deus criou. Nas últimas semanas, nós temos mostrado que a evolução não é científica; que a evolução não é racional; que a evolução é impossível e irracional. Nós temos dito que nunca houve nenhum tipo de evidência de que a matéria, em qualquer estágio químico, possa se organizar por si só.
Até mesmo quando ela está energizada. Muito menos se organizar para se tornar uma vida viável, continuamente aumentando, finalmente alcançando a vida humana. Nunca houve nenhuma evidência de que a matéria pudesse fazer isso. Há cem anos atrás, Louis Pasteur provou que a biogênese espontânea não pode ocorrer. Uma célula não pode adicionar em seu DNA ou no seu código genético a informação necessária para alcançar um nível mais alto. Isso é impossível; isso nunca foi feito; isso nunca foi visto; nada sofre mutação melhorando.
Na verdade, a seleção natural, que foi a frase que Darwin usou, a seleção natural ou o processo de mudança ou mutação é sempre para um nível pior, nunca para o melhor. Vidas individuais que variam muito do centro das espécies pioram; essa é a lei da entropia. Assim, mutantes não melhoram as espécies. Eles são um declínio. Inevitavelmente, eles morrem em um nível molecular. Portanto, a seleção natural é apenas um declínio, e não uma ascensão. A seleção natural previne a evolução de acontecer.
Nenhuma espécie é capaz de ascender. Ela apenas diminui em sua informação através de algum evento entrópico que a leva para a desorganização. Porém, ela não pode aumentar o que é porque ela não pode adquirir uma nova informação. É verdade que as espécies morrem. Honestamente, existem milhões de espécies que ficaram extintas nesse mundo, e existem milhares, que nos falam, que ficam extintas todos os dias. Havia mais espécies antes do que agora. Havia espécies no passado que hoje nós não temos, como é o caso dos dinossauros.
Poderia muito bem haver outros tipos de macacos e mamíferos como espécies, assim como insetos, pássaros, cobras e criaturas do mar; todas que já se tornaram extintas. Elas podem parecer como ligações entre diversas espécies, porém nunca houve nenhuma prova de que um tipo de espécie pode se tornar outra, muito menos progredir para um nível superior de vida. O que parece ser uma ligação intermediária entre alguns campos de vertebrais e fósseis, pode ser nada mais do que espécies antigas que foram extintas, como acontece com milhares o tempo todo.
A evolução com a sua teoria do caos e com sua teoria de matéria não inteligente existindo em formas aleatórias, se organizando pelo acaso, criando formas altamente complexas, alcançando o nível da inteligência e da personalidade humana é algo tão prepóstero, impossível e cientificamente inexato que nenhuma pessoa honesta poderia crer nisso. A evolução é a violação de tudo o que a ciência moderna conhece como verdade. Por outro lado, nós não precisamos da evolução para explicar nada, pois nós podemos apenas ler o que aconteceu em Gênesis 1:1. A matéria inorgânica não pode se organizar de forma aleatória a fim de se tornar mais complexa e alcançar, em última instância, o nível de inteligência e personalidade humana; isso não pode e não acontece.
As pessoas perguntam, e essa é uma visão muito popular hoje. Mas Deus não poderia...nós reconhecemos que Deus existe; nós reconhecemos que existe um criador; Mas Deus não poderia ter usado a evolução após ter criado a matéria original? Deus não poderia ter usado a evolução como na evolução teísta? Não, Deus não poderia ter usado a evolução porque a evolução é impossível. A evolução pressupõe que a matéria consegue se organizar por si só. A.E. Wilder Smith, um brilhante cientista que teve alguns trabalhos notavelmente reconhecidos nesta área, sendo um ávido criacionista, escreveu, “A informação necessária para criar o homem não está em apenas alguns elementos que são usados para cria-lo”.
Você não consegue explicar o homem até mesmo pelos componentes que o formam em um laboratório. A informação genética não pode vir de nenhum lugar; a informação genética não pode surgir espontaneamente. A matéria também não se constrói a fim de se organizar, tornando-se algo com uma complexidade de alto nível. Você entendeu. Tudo requer uma informação de fora. A inteligência é vital para toda matéria e toda energia. A informação vem de uma fonte de vida inteligente; isto é, Deus. Não deveria haver nenhuma dúvida a respeito de como o universo veio a existir. Isso está claramente respondido aqui no primeiro versículo da Bíblia.
Eu creio, eu penso que é correto dizer que se houvesse outra teoria além da evolução, a não ser a criação divina, se houvesse outra ao invés da criação divina ou da evolução, os cientistas fariam fila para recebe-la. Com todo prazer os cientistas abraçariam uma explicação mais racional do que continuar postulando a evolução. Porém, eles não têm nenhuma alternativa a não ser a criação divina, o que é algo intolerável para o homem pecaminoso, pois o Criação é também a autoridade moral do universo e o juiz de todos os homens.
A evolução não faz nenhum sentido. Por outro lado, a Bíblia faz. Agora, começando no versículo 2, o primeiro capítulo da Bíblia expande a partir do versículo 1. O versículo 1 diz, “Deus criou os céus e a terra”. No versículo 2 nós descobrimos como. “A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo” – ou sobre a superfície do abismo – “e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas. Disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. Chamou Deus à luz Dia e às trevas, Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia. E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia. Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez. À porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom. E disse: Produza a terra relva, ervas que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez. A terra, pois, produziu relva, ervas que davam semente segundo a sua espécie e árvores que davam fruto, cuja semente estava nele, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Houve tarde e manhã, o terceiro dia. Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos. E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez. Fez Deus os dois grandes luzeiros: o maior para governar o dia, e o menor para governar a noite; e fez também as estrelas. E os colocou no firmamento dos céus para alumiarem a terra, para governarem o dia e a noite e fazerem separação entre a luz e as trevas. E viu Deus que isso era bom. Houve tarde e manhã, o quarto dia. Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus. Criou, pois, Deus os grandes animais marinhos e todos os seres viventes que rastejam, os quais povoavam as águas, segundo as suas espécies; e todas as aves, segundo as suas espécies. E viu Deus que isso era bom. E Deus os abençoou, dizendo: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei as águas dos mares; e, na terra, se multipliquem as aves. Houve tarde e manhã, o quinto dia. Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos, répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez. E fez Deus os animais selváticos, segundo a sua espécie, e os animais domésticos, conforme a sua espécie, e todos os répteis da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que isso era bom. Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento. E a todos os animais da terra, e a todas as aves dos céus, e a todos os répteis da terra, em que há fôlego de vida, toda erva verde lhes será para mantimento. E assim se fez. Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia. Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera”.
Aqui nós temos uma testemunha ocular e fiel da criação do universo. O relato da criação está descrito de Gênesis 1:1 a Gênesis 2:3, e o esboço do livro de Gênesis se dá em duas partes.
A primeira parte é a criação, Gênesis 1:1 a 2:3. A segunda parte é chamada de gerações. Começando no capítulo 2, versículo 4, você começa a seguir a história do homem. Toda a criação do 1:1 ao 2:3; começando no 2:3 você tem a história do homem até o final de Gênesis e pelo período patriarcal. Nós podemos dizer que Gênesis 1:1 nos dá um relato geral e inclusivo da criação; Deus criou os céus e a terra. Você não pode fazer uma afirmação mais abrangente do que essa; isso cobre tudo.
Essa é uma forma de dizer que Deus criou tudo no universo. Tudo que existe, sejam galáxias, nébula ou o sistema solar; sejam aquelas coisas mais distantes do universo no espaço, o menor grão de areia ou um micróbio no planeta terra; absolutamente tudo foi criado por Deus. Ele é o criador de todas as coisas visíveis e invisíveis. Todas as coisas significam todas as coisas; todos os tipos de anjos; todo tipo de vida, de baleias a elefantes a vírus. Tudo.
Todas as coisas incluem todo tipo de energia, todo tipo de matéria, a velocidade da luz, a estrutura nuclear, eletromagnetismo, a gravidade, todas as leis pelas quais a natureza trabalha foram criadas dentro da estrutura dessa criação. Todas as coisas. Por detrás da criação de tudo no universo está um Deus vivo que tem existido eternamente como Deus, mas nem sempre foi um criador. No entanto, aqui ele se torna um criador e ele cria tudo; absolutamente tudo. Começando no capítulo 2, versículo 4, como eu disse, ele especifica o homem, volta a relatar a criação do homem e então conta a história do homem, que flui até o final das Escrituras.
Porém, esse é o único relato ocular da criação; Gênesis 1:1 ao 2:3. Isso não é uma alegoria. Não há nada no texto hebraico, ou no texto em português, que indique que isso seja uma imagem alegórica. Não há nada aqui que indique que isso seja algum tipo de poesia mística, que isso seja algum tipo de estilo literário, lírico, ao invés de uma história real. Para colocar de forma simples para você, essa é apenas uma história expressa por Deus, e escrita por Moisés. O próprio criador deu a Moisés esse relato preciso da história.
Nós aceitamos as Escrituras como sendo inspiradas por Deus e inerrante, e não há nada nesse texto que indique que exista alguma coisa além da história. Agora, quando ele diz no versículo 1, “no princípio, criou Deus”, ele usa a palavra barah. Barah, quando é usado com a conjugação qal do hebraico, ela é usada nas Escrituras somente com referência a obra divina de Deus. Existe uma singularidade a respeito disso, e essa singularidade é absoluta. Isso significa basicamente que o Deus trino, pessoal e infinito do universo trouxe tudo à existência que não existiam antes desse momento. Ele criou – no latim se diz ex nihilo – do nada. Isto é, não havia nenhum material preexistente. Hebreus 11:3 diz, “Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”.
As coisas que nós vemos no universo criado não foram feitas de outra coisa. Elas foram feitas do nada, ex nihilo, sem um material preexistente. Assim, isso é uma forma de dizer que tudo ao nosso redor, o seu corpo, o banco em que você está sentado, o prédio em que você está, as ruas ao nosso redor, as árvores, as flores, a cidade, o estado, a nação, o continente, o mundo – tudo – as estrelas, a lua, tudo. Tudo que você consegue ver; tudo o que você não consegue ver, protozoários, amebas e o próprio pó. Todo tipo de matéria veio a existir instantaneamente, de nenhum material pré-existente. Eles não vieram de coisas que aparecem; eles vieram do nada.
Gênesis é o único relato da criação. Ele é a única fonte de informação a respeito da criação. Agora, conforme nós olhamos para esse primeiro versículo, nós fazemos três perguntas. Eu penso que essas perguntas são fascinantes. Eu acho que você pensará a mesma coisa conforme nós caminharmos para frente. Primeira pergunta: Como? Como Deus criou? Com qual método? Nós já sugerimos para você que ele não poderia ter usado a evolução por duas razões. Nós afirmamos que, número um, o texto de Gênesis 1 não dá abertura para a evolução. Dois, a evolução não acontece.
Como que ele fez isso? Como Deus fez isso? Na verdade, isso é algo muito simples. Versículo 3, “Disse Deus: Haja luz; e houve luz”. Versículo 6, “E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas”. E foi isso que aconteceu. Versículo 9, “Disse também Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça porção seca. E assim se fez”. Versículo 11, “E disse: Produza a terra relva, ervas que dêem semente e árvores frutíferas que dêem fruto segundo a sua espécie, cuja semente esteja nele, sobre a terra. E assim se fez”.
Versículo 14, “Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos. E sejam para luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. E assim se fez”. Versículo 20, “Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus”. E então ele fala a respeito da criação, e Deus viu que tudo era bom. Depois no versículo 24, “Disse também Deus: Produza a terra seres viventes, conforme a sua espécie: animais domésticos répteis e animais selváticos, segundo a sua espécie. E assim se fez”. Versículo 26, “Também disse Deus: Façamos o homem”. Como que Deus fez isso? Qual foi o seu método? Ele falou. Ele falou. Ele falou e trouxe a existência tudo a partir do nada. Esse é Deus.
Salmo 33, versículos 6 e 9, “Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles. Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo passou a existir”. Essa é a afirmação do salmista a respeito do relato da criação em Gênesis. Deus disse haja, haja, haja, e todas as vezes que ele falou isso, houve algo. Isso é o que nós chamamos de criação fiat. Ele desejou aquilo e através da sua fala trouxe a existência. Salmo 148:5 diz, “Mandou ele, e foram criados”. É daqui que tudo veio. Nada existia; Deus fez existir. Ele falou e trouxe tudo a existência. Esse é o relato divino da criação.
Em Marcos 13:19, ele fala a respeito do começo da criação que Deus criou, caso alguém pergunte. Você tem isso ao longo do Novo Testamento, a ênfase no fato de que Deus criou. Mateus 19:4, “Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher”. Diversas vezes as Escrituras fazem uma referência a Deus como criador. Romanos 1 diz ser tão evidente que Deus é o criador que se você não perceber isso, você não terá desculpa. Colossenses, naquele grandioso primeiro capítulo, no versículo 16, diz, “pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele”.
Isso resume tudo. Essa é sempre a afirmação bíblica, no Novo Testamento e no Antigo Testamento, de Deus como criador. Hebreus 1:10, “No princípio, Senhor, lançaste os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos”. O que eu quero dizer é que as Escrituras continuamente afirmam que Deus é o criador. Ele criou tudo simplesmente desejando e falando, trazendo-o a existência. Ouça Romanos 4:17, outra testemunha, que diz, “como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí, perante aquele no qual creu, o Deus – e aqui nós temos a definição de Deus – “o Deus que vivifica os mortos” – preste atenção – “e chama à existência as coisas que não existem”. Isso é Romanos 4:17.
Criação significa Deus chamar à existência o que não existe. Não existe lugar nisso para a evolução. A evolução é algo que surge a partir de uma mutação de outra coisa; isso não é a criação. Em um momento particular na eternidade, o Deus eterno falou e trouxe tudo a existência, coisas que nunca existiram antes. Portanto, nós dizemos que o espaço material, tempo e o universo tem um início absoluto. Não é nenhum tipo de início relativo; o simples – voltando para Gênesis – o simples significado de Gênesis 1:1 é que isso francamente não é argumentável. Não há possibilidade de erro.
No início, Deus criou tudo, tudo. Santo Agostinho escreveu em sua Confissão, “Pois tu os criaste do nada, e não de sua própria substância ou de alguma matéria não criada por ti ou previamente existente. Mas sim a partir da matéria que tu criaste, em um determinado momento, como as coisas que tu criaste pois não houve um tempo integral antes de formar esta matéria sem forma”. Não havia nenhuma matéria pré-existente. Não há nada que exista que Deus não criou. João 1:3, “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”.
Não há nada que existe, que Deus não criou. Isso está muito, muito claro nas Escrituras. Volte para Gênesis 1 por um momento. Eu gostaria de relembrar você de algo muito importante. Toda a criação começou e terminou em seis dias; claramente. Não existe argumento quanto a isso. Veja o capítulo 2, versículo 2, “E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito”. Ele criou todo o universo do nada, a partir de nenhum material preexistente; e ele fez isso em seis dias. Nós sabemos disso pelo versículo 5.
No primeiro dia ele criou a luz; e então diz que houve tarde e manhã, o primeiro dia. E para garantir que você não perca isso, esse era o tipo de dia que tinha uma tarde e uma manhã. Que tipo de dia é esse? Basicamente é o que nós chamamos de um dia solar. Isso é um dia normal e comum que acontece todos os dias. Agora, eu quero lhe dizer algo. Deus fez tudo em seis dias. O versículo 8 diz que houve tarde e manhã no segundo dia, o versículo 13 diz que houve tarde e manhã no terceiro dia, e ele continua nesse ritmo até o fim.
Versículo 19, houve tarde e manhã no quarto dia. Versículo 23, houve tarde e manhã no quinto dia e no versículo 31 houve tarde e manhã no sexto dia. Ele está simplesmente falando a respeito de seis dias comuns; da mesma forma que nós entendemos dias. Toda a criação, pessoal, foi concluída no sexto dia e a Bíblia, é muito importante saber, que a Bíblia sempre fala da criação como um evento passado. Guarde isso em sua mente; a Bíblia sempre fala da criação como um evento passado. A evolução fala da criação como sendo algo contínuo; ela está sempre acontecendo. Nunca é assim que a Bíblia se refere a criação.
Hebreus 4:3 diz, “as obras foram concluídas desde a fundação do mundo”. Hebreus 4:10 “Porque aquele que entrou no descanso de Deus, também ele mesmo descansou de suas obras, como Deus das suas”. A Bíblia sempre enxerga a criação como algo completo e terminado. É um evento do passado. Deus terminou a criação, não adicionando nada à criação original. No sétimo dia ele descansou da criação, e ele continua a descansar da criação. Você diz, “o que Ele está fazendo agora?” Não é a criação; é conservação. Você quer entender o fluxo? Criação, Gênesis. Conservação, ele sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder.
O reino milenar; restauração; quando ele restaura a terra que nós conhecemos e o universo de volta para o seu caráter edênico ou praticamente edênico. Portanto você tem criação, conservação e restauração. Finalmente, recriação é o novo céu e a nova terra. Porém, a criação é um evento passado; conservação é um evento presente; restauração é um evento milenar, futuro; recriação é o novo céu e a nova terra. A obra da criação está no passado; ela não é um evento contínuo. A evolução demanda uma transição contínua. Isso até mesmo para os evolucionistas teístas que acreditam que na Bíblia exista o processo evolucionário com a necessidade de continuar, continuar e continuar a trazer novas coisas à vida.
Entretanto, Deus criou tudo em seis dias. Não existe nenhuma evolução nesse capítulo. Não existe nenhuma dica de evolução em nenhum lugar desse capítulo. Não existe lugar para a teoria da evolução porque aqui você tem dias. Versículo 31, “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom”. Agora, Deus terminou a sua criação em seis dias e disse, “Eis que era muito bom”. Agora – o que isso significa? – nada era ruim. Nada ruim significaria que nada era inferior, nada não sobreviveu, nada – como as plantas que você planta – nada morreu. Você sabe porque? Porque não havia morte; não havia morte.
Quando Deus terminou a sua criação, ele olhou para tudo aqui. Na verdade, o texto diz várias vezes que ele viu que era bom. Então, ele olhou para tudo no versículo 31 e viu que era muito bom. Nada era inferior, nada não sobreviveu, nada morreu ou foi morte na luta pela sobrevivência do mais forte. Se a criação estivesse envolvida em algum processo evolutivo, Deus teria que ter dito que o bom veio no final. Ele não disse isso. Como poderia haver bilhões e bilhões de anos em evolução, bilhões de anos de luta, morte e sobrevivência em um mundo onde não havia maldição.
Em um mundo onde não havia morte; você nem mesmo tem a morte até Gênesis, capítulo 3. O apóstolo Paulo deixa absolutamente explícito no livro de Romanos que foi através do pecado que a morte entrou no mundo. Não havia pecado naquela criação perfeita. Não havia pecado; não poderia haver nenhuma morte, assim, não haveria espaço para as plantas e animais morrerem. Sem a queda, sem pecado; sem pecado, sem morte; sem morte, sem evolução. A queda veio e introduziu a morte, e a morte veio e introduziu a lei da termodinâmica, entropia, desintegração e desordem. Porém, nesse momento, nada disso existia.
Portanto, não tem jeito de você inserir a evolução de forma legítima nesse texto. Outra coisa. Quando Deus criou tudo, ele fez tudo em sua forma adulta. A velha pergunta, “Quem veio primeiro? A galinha ou o ovo?” Você quer a resposta? Você sabe a resposta? – a galinha, adulta. Deus não jogou sementes por todas as direções; um bando de espécies não nascidas. Ele criou tudo absoluta e completamente adulto. Uma criação totalmente madura, capaz de se reproduzir e sustentar a sua própria vida. É por isso que ele disse que era tudo muito bom.
Assim, como que Deus criou? Ele chamou tudo a existência. E ele fez isso em seis dias. Não existe nenhum contorno disso. Para lhe ajudar, as vezes as pessoas dizem, “Mas e a palavra dia? Ela não pode significar outra coisa?” Ela é a palavra hebraica, yom, que significa dia. Ela é usada na Bíblia para indicar um dia normal, solar, de 24 horas. Você pode dizer, “eu estarei fora por quatro dias” e com isso você quer dizer dia e noite; ou você pode dizer, “Esse tem sido um belo dia” e você está se referindo a parte clara do dia. Você usa a palavra da mesma forma que o hebraico usa. Quando a palavra yom é modificada por um número, universalmente, sem exceção nas Escrituras, ela se refere a um dia solar normal.
Agora, as vezes a palavra dia é usada nas Escrituras para se referir a algum período de tempo não definido precisamente. Jó diz, “Os meus dias são vaidade”. O Salmo 90, versículo 9 diz, “Pois os nossos dias se passam” e isso é definido. Porém, nós entendemos o que isso significa, um período de tempo. Mas mesmo assim, dias ainda significam alguma sucessão finita de dias normais, e não uma vasta era de anos milenares ou milhões de anos. Eu penso que a afirmação mais forte – e eu preciso fazer isso porque você pode perguntar porque Deus levou seis dias – por que ele não fez tudo em seis minutos ou seis segundos. A resposta é, “Ele levou seis dias porque ele queria estabelecer um padrão”.
Em Êxodo, capítulo 20, ele nos dá o padrão, “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”.
Deus queria estabelecer um padrão para a humanidade, e esse padrão foi você trabalhar seis dias e ter um dia que você usa para descansar, revigorar o seu corpo e focar em louvar a Deus. Deus decidiu fazer isso em seis dias e estabelecer um padrão para nós. Agora, se de fato ele levou bilhões de anos, então o padrão é ridículo. A obra da criação de Deus em seis dias estabelece o padrão para o homem que carrega a sua imagem; seis dias você trabalha e um dia você louva. Henry Morris no seu livro “The Genesis Record” diz, “Deus chamou a luz de dia e as trevas ele chamou de noite. Como se ele estivesse antecipando algum mal-entendido futuro, Deus cuidadosamente definiu os seus termos. A primeira vez que ele usou a palavra dia, ele a definiu como luz para distinguir das trevas chamadas noite. Tendo separado o dia e a noite, Deus completou o seu primeiro dia de trabalho. A tarde e a manhã foram o primeiro dia. Essa mesma fórmula é usada na conclusão de cada um dos seis dias”, e conforme eu leio para você, “é óbvio que a duração de cada um desses dias, incluindo o primeiro, era o mesmo. Está claro, desde o início do primeiro dia e continuamente depois, que houve um período cíclico de dias e noites; períodos de luz e períodos de trevas”.
Não há outra forma de interpretar isso. Nenhuma outra forma. Então, como que nós inventamos a ideia de eras e bilhões de anos em Gênesis? Não de Gênesis; apenas de fatores fora das Escrituras. Pela falsa teoria científica imposta na Bíblia, pela alta crítica que ataca a historicidade da Bíblia e pelas filosofias humanas, distorcidas e egocêntricas. A falsa teoria científica e a alta crítica vindas de estudiosos descrentes fizeram com que estudiosos cristãos torturassem esse texto com interpretações injustificáveis.
Não há nada nas páginas de Gênesis 1 e 2 que permite qualquer coisa além de uma criação de seis dias solares de 24 horas. Isso pode ofender um evolucionista, mas isso não muda a verdade. Nenhum homem se dá bem ao julgar a Bíblia. Vamos perguntar quando; esse é o motivo; vamos perguntar quando. Quando que isso aconteceu? Isso aconteceu a milhões e bilhões de anos atrás? A ciência costumava dizer 2 bilhões de anos, mas agora eles mudaram isso. Eles estão propensos a dizer 20 bilhões e, a cada ano que passa, esse tempo aumenta. Você percebe? Eles nunca viram nada evoluir; por isso, eles pensam que levou mais tempo.
Porém, se as coisas não evoluem, o que aumentar o tempo vai adiantar? Não vai adiantar nada. Se as coisas não evoluem, se a matéria não se organiza misteriosamente e aleatoriamente, melhorando, melhorando e melhorando; se não existe nenhuma evidência que ela faz isso, aumentar o tempo adianta em que? Como não há evolução, não é necessário bilhões ou milhões de anos; tudo que você precisa são seis dias; é só isso que você precisa. O homem não evoluiu de um macaco por 5 bilhões de anos. Ele foi criado dentro das mesmas 24 horas que os macacos foram.
Então você pergunta, “Mas e os fósseis? E os fósseis?” Eu vou lhe dizer algo a respeito dos fósseis. Eles devem ter sido formados depois da criação, não antes. Eles devem ter sido formados depois da criação. Deixe-me lhe dar uma definição científica dos fósseis: coisas mortas. Isso é profundo, mas é só isso. Fósseis são coisas mortas e aqui não há coisas mortas. Romanos 5:12, como eu mencionei, diz que a morte veio pelo pecado. Não há morte antes da queda de Adão. Você não pode ter bilhões e bilhões de anos de bilhões e bilhões de coisas morrendo e se tornando fósseis se você não tem a morte.
É verdade que existem bilhões de fósseis e campos de fósseis por todo o mundo. Uma grande, grande morte aconteceu. O que causou isso? Houve claramente um tremendo reinado da morte por toda a terra. Houve claramente uma grande, grande morte e a Bíblia nos dá a informação absolutamente precisa do que foi. Foi o dilúvio universal por todo o mundo. Gênesis 6 e 7, e você pode buscar a ciência disso; é absolutamente fascinante. É muito provável que isso foi no momento que os cientistas acreditam que um super continente se dividiu, as fontes das profundezas quebraram, a superfície da terra mudou, as placas tectônicas colidiram e criaram montanhas que estavam nas profundezas do mar. É por isso que você encontra fósseis de peixe nos Himalaias e no Grand Canyon.
Toda a terra foi fraturada e não houve chuva o suficiente durante os 40 dias para engolir toda a terra acima dos Himalaias com mais de 7600 metros de altura. Não existe chuva o suficiente para isso. A água tinha que vir de outro lugar, e ela veio. A superfície da terra se abriu e a lava saiu, aquecendo a água grandemente. Conforme a água virou vapor, indo para o céu como vapor, ela se transformou em água e caiu sobre a terra, enchendo a terra com um grande dilúvio. Toda essa atividade das placas tectônicas colidindo – colidindo as placas tectônicas, empurrando montanhas e tudo mais – pode ser vista no dilúvio.
Em Mateus, capítulo 24, versículos 37 a 39, ele se refere a um dilúvio, usando a palavra grega “kataklismos”, a palavra cataclismo. Isso literalmente e completamente transformou a superfície da terra e engoliu toda a terra com água. Esse cataclismo hidráulico foi o que produziu a extinção de muitos animais instantaneamente. Francamente, durante aquele período de dias nos quais choveu, aquilo criou uma morte mundial que produziu então os fósseis. 2 Pedro 3 fala a respeito de como Deus destruiu toda a terra, de acordo com o versículo 6, ao enche-la de água. Aquele grande cataclismo mundial produziu as calotas polares, a era do gelo e ele explica os fósseis. Você pode ler muito mais coisa a respeito disso você mesmo.
Existe uma quantidade imensa de material científico sobre o dilúvio e o seu impacto cataclísmico na terra. Assim, nós fazemos a pergunta, “Quando isso aconteceu? Quando tudo isso aconteceu? – Como que – se nós não precisamos de eras, eras, eras, eras de bilhões e bilhões de anos para formar os fósseis, e além disso, isso geralmente não vai fazer isso. Se você pegar os ossos do seu pássaro morto e coloca-los no seu quintal, quanto tempo vai levar para eles se tornarem fósseis? Eles nunca se tornarão fósseis. O chão teria que abrir, quebrar aqueles ossos e mantê-los naquele lugar para você ter algum tipo de fóssil. Precisa haver um cataclismo para criar esse tipo de coisa como nós já temos visto nos sedimentos e nos ossos que foram encontrados.
Por exemplo, nas terras em volta do monte St. Helens, um tipo de cataclismo que tem o mesmo efeito, como aparece para um uniformitariano, teria que acontecer por um período de milhões e milhões de anos. Assim, o dilúvio responde o problema dos fósseis, do sedimento e dos rearranjos na superfície da terra. Honestamente, toda a ciência legítima aponta para uma grande catástrofe. Agora, vamos ver se nós conseguimos estabelecer uma linha do tempo para saber quando tudo isso aconteceu. Nós sabemos que a partir da criação do universo até a criação do homem foram quantos dias? Seis dias. Começando com a criação do universo até a criação do homem foram seis dias.
Começando com Gênesis 5 você tem o Adão. Depois você tem o dilúvio e então muitas pessoas ali, e todos os anos das suas vidas são relatados. Você vê isso no capítulo 5. Ali você tem a sequência. Ele viveu tantos anos e teve um filho, e ele viveu tantos anos e teve um filho, e ele viveu tantos anos e teve um filho. Você adiciona tudo isso e então você tem seis dias da criação do universo até a criação do homem; de Adão até o dilúvio você tem 1656 anos; o dilúvio vem depois de 1656 anos. Gênesis 11 lhe dá a cronologia do dilúvio até Abraão.
Ele começa com os filhos de Noé, Sem. O versículo 10 vai até Abraão. Isso são 225 anos. Seis dias, 1656 anos e 225 anos. Portanto, em pouco menos de dois mil anos você chega em Abraão. Começando com Gênesis 12, com Abraão, você passa pelos livros históricos do Antigo Testamento: Êxodo, Números, Josué, Juízes, 1º e 2º Samuel, 1º e 2º Reis, 1º e 2º Crônicas. Passando por esses livros, você tem a cronologia de Abraão até o cativeiro Babilônico. Isso seriam 430 anos no Egito, 40 anos no deserto, 7 anos conquistando Canaã, 350 anos dos juízes, 110 anos dos reinos unidos de Saul, Davi e Salomão, 350 anos do reino dividido como Judá e Israel, 70 anos – 350 anos e você tem o cativeiro Babilônico – 70 anos, e você tem o retorno e a reconstrução, 140 anos.
Assim, de Abraão até o retorno e a reconstrução de Jerusalém, a reconstrução da nação de Israel, você tem em torno de 1500 anos adicionando tudo isso. Seguido pela reconstrução, agora você está no final do Antigo Testamento. Aqui você tem 400 anos de silêncio. Assim, você tem dois mil anos de onde nós começamos – da criação até Abraão são dois mil anos. De Abraão até o Novo Testamento são 2000 anos, e do início do Novo Testamento até agora foram 2000 anos. O Arcebispo James Ussher, um grande estudioso, que viveu de 1581 a 1656, adicionou todos os registros cronológicos genealógicos das Escrituras e disse que ele acreditava que a criação ocorreu no ano 4004 A.C.
Os evolucionistas zombam disso; o mundo, o universo com apenas 6000 anos de idade? Porém, ele não estava longe de estar bem certo. Antes de Charles Darwin, qualquer homem que sugerisse que a humanidade tivesse mais do que 6000 anos de idade era visto como um tolo. Todos os registros históricos se encaixam em 6000 anos. Você pode voltar e estudar a história europeia. Você pode voltar e estudar os registros, os registros egípcios, e todos eles não vão além disso. Você diz, “não é possível que alguns nomes foram pulados nas genealogias?” Isso é uma coisa que você escuta o tempo todo. Não é possível que alguns nomes foram pulados?
Deixe-me dizer algo. Uma coisa muito difícil de se provar é o que ficou de fora. Isso é algo muito difícil de provar. Como que você pode dizer que alguns outros nomes deveriam estar ali? Eles não estão ali. Eles não estão ali. Mesmo que você adicionasse alguns nomes que ficaram de fora na genealogia do capítulo 5 ou na genealogia do capítulo 11; a história de Israel – isso está tudo feito. Se você está falando daquele primeiro período e você quiser adicionar algum espaço nas genealogias você consegue adicionar algumas centenas de anos aqui e ali. Os estudiosos de Princeton do século dezenove, William Green e B.B. Warfield, eram inerrantistas, e criam na autoridade da Bíblia,
Porém, eles tentaram harmonizar a Bíblia com a evolução e a forma que eles quiseram fazer isso era aumentar as genealogias; não há nada para argumentar sobre os últimos 2000 anos. Não há nada para argumentar sobre os 2000 anos desde Abraão até o período do Novo Testamento. Portanto, eles decidiram que eles deveriam acrescentam muitos anos nos primeiros dois mil anos dizendo que várias genealogias foram omitidas, referindo-se a um ancestral mais remoto. Não existe nenhuma evidência para isso.
William Kelly escreve, “Se Green e Warfield estivessem corretos ao colocar lacunas entre as genealogias de Gênesis, a colocação mais generosa entre as gerações não poderia adicionar mais do que algumas centenas de anos ou até mesmo 1000 anos à cronologia de Ussher”.
“Na verdade, ao olhar mais atentamente para essas lacunas, você perceberá que elas não mudam de forma geral a cronologia bíblica pela seguinte razão: o escritor de Gênesis definiu o comprimento da era patriarcal por tempos entre os nascimentos dos patriarcas que estão listados e não em termos de quantos outros descendentes poderiam não ter estado ali”. Você entendeu? Se você atingir o auge dos patriarcas, e você der os anos a eles, você não consegue mais adicionar nenhum outro ano.
James B. Jordan escreveu, “Qualquer pessoa que abre a Bíblia em Gênesis, no capítulo 5 e 11, notará que a idade de cada patriarca é dada no momento do nascimento do seu filho. Adão tinha 130 anos no nascimento de Sete; este tinha 105 anos no nascimento de Enoque, e por aí vai. Assim, parece que nós temos uma cronologia completa entre a criação e Abraão. Não há lacunas na sequência; me parece que o filho segue o pai em uma sucessão bem acurada. O comprimento entre Gênesis 5 e 11 está estabelecido em Gênesis 6:7 e Gênesis 11:10. Arfaxade nasceu quando Noé tinha 602 anos. Assim, de primeira vista, parece que nós temos bons motivos para aceitar as cronologias de Gênesis 5 e 11 como exatas do jeito que estão”.
Nem mesmo se houvesse uma lacuna, como eu disse antes, e mesmo que você quisesse adicionar tudo o que você pudesse pensar, você nunca conseguiria adicionar milhões de anos. No máximo mil anos. Um cientista então chega e diz, “eu tenho um problema com isso”. “E a velocidade da luz? Se Deus criou uma estrela, e ela está a x números de anos luz daqui, levaria milhões de anos para chegar até aqui. A luz não consegue chegar aqui. Se nós podemos ver a luz daquela estrela, isso indica que se passaram milhões de anos”.
Que tal essa solução. Deus não apenas criou a estrela como também a luz entre ela e nós. Isso parece impossível? Se isso for muito simplista, deixe-me lhe dar outra solução. Pesquisas foram feitas a respeito da velocidade da luz; eles as fizeram em quilômetros. A velocidade da luz é geralmente aceita como sendo 299.792,49 quilômetros por segundo; vamos arredondar para 300.000 quilômetros por segundo. Um ano luz é a distância que a luz viaja em um ano; assim, a estrela pode ter nascido a milhões de anos luz da terra, mas ela não poderia ser observada porque levaria todo esse tempo para a sua luz alcançar a terra nesse espaço.
Se este for o caso, então o sistema solar tem que ser imensamente mais velho do que alguns mil anos do que está indicado nas cronologias de Gênesis. Esse fato removeria a cronologia bíblica como sendo uma consideração séria se nós fizéssemos uma avaliação honesta a partir da ciência. Deixe-me lhe mostrar porque isso não funciona. Primeiro, e isso vem de uma pesquisa interessante e fascinante de um cientista australiano chamado Barry Setterfield. Ouça bem. “Os argumentos de que a velocidade da luz tem diminuído e viajado muito mais rápido no passado indicariam um universo muito jovem com alguns mil anos ao invés de bilhões de anos”.
Barry Setterfield, um cientista australiano, propôs a diminuição da velocidade da luz em seu escrito chamado “A velocidade da luz e a idade do universo”. De acordo com Setterfield, “o primeiro cálculo cuidadoso da velocidade da luz foi feito por um astrônomo dinamarquês, Romer, em 1675 e depois por um astrônomo inglês chamado Bradley em 1728. Ela foi medida diversas vezes desde então e chegou ao número que eu lhe dei a um momento atrás. Os dados indicam que a velocidade da luz em 1675 era 2,6 mais rápida do que hoje, e ela continuou a declinar desde 1960 quando os relógios atômicos começaram a ser usados para medi-la”.
Setterfield propõe uma constância de uma queda de 5,7 quilômetros em velocidade por segundo entre 1675 e 1728 e 2,5 quilômetros por segundo entre 1880 e 1924; e ele continuou medindo a desaceleração. Ele então criou uma curva que traça a queda da velocidade da luz. Com base nisso, Setterfield imaginou que a terra tivesse sido criada em torno de 4040 anos – com 100 anos a mais ou a menos. No momento da criação, a velocidade da luz estava indo muito mais rápida do que ela vai agora. Se a velocidade da luz tem de fato diminuído e deteriorado como tudo, então a medida empírica básica da idade do sistema solar se encaixaria precisamente nas cronologias de Gênesis.
Se você pegar esses mesmos números, coloca-los em uma curva, você terá a luz sendo praticamente instantânea a 6000 anos atrás. Isso lhe surpreende? Não deveria. Além disso, pressupondo que isso esteja correto, isso explicaria porque as datas variam de vários tipos de medidas radioativas nos elementos geológicos físicos; por exemplo, a meia vida do urânio 238 se deteriorando para chumbo por milhões de anos estaria acabada. A velocidade de um elétron em sua órbita é proporcional a velocidade da luz. Tudo muda; e o que parece ser velho na verdade não é nada velho se você entender esse grande fato. Assim, eras radiométricas nas pedras, meterioritos e outros objetos astronômicos medidos por anos alocados convencionalmente podem ser todos previstos pelo alto valor inicial de C e acomodados dentro de uma estrutura de 6000 anos.
Eu não quero entrar em mais detalhes; eu já falei mais do que eu sei. Mas deixe-me lhe dizer algo. Nós podemos começar com um ponto fixo e esse ponto fixo é Gênesis 1. Nós não encontramos nada na ciência que legitimamente colocará dúvidas a respeito da veracidade da criação em seis dias, a 6000 anos atrás. O nosso tempo se esgotou, portanto eu vou guardar o que mais eu tenho para dizer para a nossa próxima vez, e isso é algo bom a respeito dessa série. Eu posso terminar em qualquer ponto. Houve três atos na criação; apenas resumindo: o universo, os animais e o homem; e o homem realmente é destacado.
Feito à imagem de Deus a fim de que Deus pudesse se comunicar conosco como seres inteligentes, morais, capazes de entender fala abstrata e simbólica, conhecendo o nosso criador pessoalmente a fim de adorarmos e servi-lo para sempre; e nós falaremos mais a respeito disso na próxima vez. Ore comigo.
Pai, obrigado novamente pela tua palavra que traz luz até mesmo nesse assunto incrível da criação. Continue a nos direcionar e a nos guiar conforme nós confiantemente sentamos aos pés do Espírito de Deus, o autor das Escrituras, que nos dá um relato ocular do próprio momento da criação. Nós te bendizemos como o Criador que és assim como o Redentor que nós conhecemos a amamos, com o qual nós nos comunicamos regularmente e com o qual nós teremos comunhão juntos para todo o sempre. Obrigado por essa grande graça por nós no nome de Cristo. Amém..

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